Em breve o livro "SMARTPHONES E TABLETS: Ferramentas para expandir a sala de aula"


Em breve o livro "SMARTPHONES E TABLETS: Ferramentas para expandir a sala de aula". Junto com esse lançamento teremos uma surpresa que integrará/complementará os assuntos tratados nesta obra!!!

SIED-ENPED 2016 - dia 27 de setembro


Continuando a minha partilha de algumas reflexões por mim desenvolvidas na participação do SIED EnPED 2016.


(http://www.sied-enped2016.ead.ufscar.br/ojs/index.php/2016/pages/view/evento)

Gostaria de refletir aqui com você os pontos tratados na Mesa temática 3 que aconteceu no Teatro Florestan Fernandes da UFSCAR, uma mesa que se intitulou de Mídias, Cultura digital e Educação: pela criatividade e inovação pedagógica (https://youtu.be/7Od6u8lfKCw) e que foi desenvolvida pelas professoras:

  • Lúcia Santaella – PUC-SP (Brasil)
  • Maria Luiza Belloni – UFSC (Brasil)
  • Maria Teresa Maia e Carmo – Instituto Politécnico de Santarém (Portugal)

SIED-ENPED 2016 - dia 26 de setembro


Gostaria de compartilhar algumas reflexões por mim desenvolvidas na participação do SIED EnPED 2016 ( http://www.sied-enped2016.ead.ufscar.br/ojs/index.php/2016/pages/view/evento)

Na parte da manhã do dia 25 de setembro 2016 assisti a Mesa temática 1 no Teatro Florestan Fernandes na UFSCAR, um momento que abordou a Educação a Distância em questão: cenários, estratégias e modelos pedagógicos.

Curso gratuito de Intervalos e acordes na guitarra e violão

Neste curso de 60 horas você vai estudar os principais métodos de montagem de acordes no braço da guitarra e violão, por este motivo, inicialmente estudaremos os intervalos aplicados na guitarra e no violão, para que se entenda melhor os acordes e suas inversões.

Nas unidades deste curso você terá acesso a videoaulas, e atividades,  supervisionadas pelo professor-autor deste curso, para que você possa entender e praticar os acordes, suas digitações sendo estas as mais utilizadas por guitarristas e violonistas de rock, pop e metal dentre outros estilos.

O conhecimento destes elementos proporciona uma maior intimidade com o braço da guitarra ou violão, principalmente no que diz ao acompanhamento e performance de arranjos específicos para estes instrumentos.

Clique aqui para acessar a página do curso e se inscrever: http://curseiro.com/?p=1

Ideias para comping em IIm7(b5) V7 Im7 & IIm7 V7 I7M

Aqui temos algumas ideias presentes no canal do site http://www.jazzguitar.be no YouTube para o acompanhamento jazzístico (comping) em uma música construída com as duas mais comuns progressões harmônicas presentes no Jazz e Música Brasileira:

||:      Cm7       |      %        |      Fm7      |       %       |

|     Dm7(b5)    |      G7       |      Cm7      |       %       |

|      Ebm7      |      Ab7      |      Eb7M     |       %       |

|     Dm7(b5)    |      G7       |      Cm7      |  Dm7(b5)  G7  :||




Assim, para explicarmos um pouco dessa prática de (re)harmonização que serve tanto para acompanhamento ou para construção de arranjo em bloco destaco abaixo um trecho de uma das vídeoaulas da Graduação em Música do Unis EaD em que explico a utilização de acordes de dominantes, e substitutos desses, que podemos usar nessa prática musical.

Por que tocar um instrumento beneficia seu cérebro?

Se não bastasse a importância da experiência estética, com suas possibilidades para a formação cultural  e integral de pessoas, a prática musical por meio de um instrumento musical ainda pode oportunizar muitos benefícios neurais. Veja o vídeo e confira:

Obs.: se não aparecer legendas no vídeo, você pode acioná-la na parte inferior do player.


Mas aproveitando para refletir um pouco mais, gostaria de propor uma conjectura. Assista o vídeo abaixo e se pergunte: será que a longevidade do Hermeto Pacoal pode ser explicada pelas informações mostradas no vídeo anterior? O que você acha?

Música como instrumento pedagógico (interdisciplinaridade ou transversalidade)

Gostaria de destacar aqui as reflexões de Pedro Paulo Salles e Melina Fernandes Sanchez sobre “A música como instrumento pedagógico: interdisciplinaridade e transversalidade” no vídeo a seguir:


Portanto, observamos que emerge neste vídeo a problemática que frequentemente nos remete a uma prática comum, na qual a música é usada para propósitos nem sempre interessantes (e quase nunca musicais), como um “meio” para se atingir objetivos que variam entre os pseudopedagógicos e os mercadológicos.

Abaixo temos um link para um texto que pode nos fazer pensar na música, no contexto educacional, que erroneamente tende a ser usada apenas para tornar mais agradáveis disciplinas supostamente áridas. Como destaca Salles, a música nesse concepção equivocada tende a:
[...] tornar-se apenas um paliativo, que camufla problemas da disciplina em questão. Isso ocorre desde a educação infantil até o cursinho preparatório para o vestibular, em que a música é transformada em uma espécie de camelô, que vende conhecimentos baratinhos (e de qualidade duvidosa). Obviamente, esse não deve ser o papel da música no âmbito educacional, ao menos não o único. Esses jingles — assim podemos chamar essas músicas — salvo exceções, não costumam agregar qualquer conhecimento musical ao aluno, mas tão somente resíduos descartáveis.
Para ler mais e refletir sobre tal assunto recomendo o texto presente no seguinte link:
http://www.amusicanaescola.com.br/pdf/Pedro_Paulo_Salles.pdf

Estudando acordes na teoria e na prática

Uma possibilidade de estudar um dos fundamentos do estudo da estruturação musical (ou seja, a construção e classificação de acordes) é interagir com as páginas presente no site musictheory.net que podem ser acessadas nos seguintes links:
Entretanto, uma maneira de tornar mais significativo todo este estudo é trabalhar a percepção musical desses acordes por meio do exercício presente no seguinte link:

http://classic.musictheory.net/92

Uma dica interessante para quem está iniciando na prática da percepção de acordes é: desmarcar todas as opções e iniciar com os acordes maiores (Major) e menores (Minor).

Com o tempo e evolução na percepção desses acordes você deve, aos poucos, selecionando as outras opções de acordes.


Música na escola: por que estudar música?

No início deste vídeo temos alguns pontos muito interessantes destacados pelo professor Celso Favaretto para que possamos refletir sobre a pertinência da música no contexto educacional. Boa referência para reflexões para entendermos as justificativas (a importância) e como propor o ensino e aprendizagem da música na educação básica no Brasil.


Para ampliar essa reflexão temos dois textos:




  • E o segundo é a transcrição da roda de conversa dos professores Celso Favaretto, Carlos Kater, Lucas Robatto e Magali Kleber e com os moderadores Sergio Molina e Adriana Terahata e que pode ser acessada no seguinte link: http://www.amusicanaescola.com.br/pdf/RodaConversa1.pdf

Pratique sua percepção de escalas e modos

Para complementar e tornar mais significativa a postagem que fiz neste blog (clique aqui para acessar) e que contou com a disponibilidade de um livro mostrando modos, escalas e arpejos, aqui temos um exercício interessante para o desenvolvimento da percepção auditiva de escalas e modos é a presente no site musictheory.net.

Então, clique no link a seguir para acessar o exercício:

http://classic.musictheory.net/91

Uma dica interessante para quem está iniciando na prática da percepção de escalas e modos é desmarcar todas as opções e iniciar com a escala maior (Major) e as menores Natural, Harmonica (Harmonia) e Melódica (Melodia).

Com o tempo você deve selecionar outras opções de escalas e modos.