A Ecologia Pluralista das Mídias Locativas

Dois artigos atuais e que considero como essenciais para o estudo das implicações proporcionadas, em nossa realidade, pelos dispositivos tecnológicos comunicacionais móveis e a (re)significação operadas por esses do que se conhece por ciberespaço são:

1) "Comunicação móvel e os novos sentidos dos lugares: crítica da espacialização na cibercultura" de André Lemos.

Nesse artigo, Lemos trabalha a ideia básica de que as tecnologias informacionais móveis têm permitindo novas formas de comunicação e sociabilidade com base naquilo que chamo de “territórios informacionais”. O que está em jogo aqui é uma nova relação entre as tecnologias informacionais e as dimensões do local, do território, da comunidade e da mobilidade. Vamos mostrar como as novas tecnologias móveis, sob o rótulo de “mídias locativas”, criam novas formas de territorialização (controle, vigilância, monitoramento) e, contra as tese de “não-lugar” ou de um “não sentido dos lugares”, o que estamos vendo são novas significações no espaço público urbano. Além disso, discutiremos as ideias de anomia e de isolamento com o surgimento de formas de sociabilidade e de vínculo comunitário criadas pelos serviços baseados em localização (LBS).
 
 Para fazer download do artigo e assistir a conferência proferida pelo André no II simpósio da ABCIBER - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA clique aqui.

2) "A pluralidade de práticas das mídias locativas" de Lúcia Santaella.

Já neste texto pode-se observar que foi a partir do final dos anos 1980, que o termo "hibridismo" tornou-se palavra-chave para caracterizar as sociedades contemporâneas, especialmente, as latino-americanas. Depois da explosão das redes planetárias de comunicação e da WWW (World Wide Web), o uso das palavras "hibridismo", "híbrido" e "hibridização" ou "hibridação" expandiu-se consideravelmente para se referir tanto à convergência das mídias no mundo digital quanto à mistura de linguagens na hipermídia, ou seja, a junção do hipertexto com a multimídia que define a linguagem que é própria das redes. Recentemente, o uso do vocábulo "hibridismo" expandiu-se ainda mais para se referir à interconexão dos espaços físicos de circulação com os espaços virtuais de informação a que os usuários de dispositivos móveis se conectam. Nestes espaços vêm se desenvolvendo práticas de mídias locativas. Este artigo objetiva evidenciar essas práticas como exemplares de uma ecologia pluralista da cultura característica do estado atual da cibermídia.

Para fazer download do artigo e assistir a conferência proferida pela grande pensadora da cibercultura da semiótica Lúcia Santaella no II simpósio da ABCIBER - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA clique aqui.

Estado da arte das tecnologias da inteligência

Aqui estão os vídeos que utilizei na 1ª aula de BI no curso de MBA em Gestão Estratégica e Inteligência em Negócios do UNIS. Assim, convido atodos, mas principalmente aos alunos a comentarem neste espaço interativo.

Então, boas apreciações críticas e mãos aos teclados!















Será que o próximo vídeo é mesmo o futuro da educação ou uma réplica da velha prática perfumada com novas tecnologias?


Acho que o vídeo abaixo mostra o que a tecnologia pode potencializar frente à interação no contexto educacional. O que você acha?