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Estado da arte das tecnologias da inteligência

Aqui estão os vídeos que utilizei na 1ª aula de BI no curso de MBA em Gestão Estratégica e Inteligência em Negócios do UNIS. Assim, convido atodos, mas principalmente aos alunos a comentarem neste espaço interativo.

Então, boas apreciações críticas e mãos aos teclados!















Será que o próximo vídeo é mesmo o futuro da educação ou uma réplica da velha prática perfumada com novas tecnologias?


Acho que o vídeo abaixo mostra o que a tecnologia pode potencializar frente à interação no contexto educacional. O que você acha?

Inovação para além do ensino formal

Já há algum tempo que se observa que tanto a formação acadêmica quanto treinamentos em organização não necessariamente significam capacidade de atuação profissional contextualizada com as necessidades da realidade de então.

Um bom exemplo para se refletir sobre esse assunto é o da atriz norte americana nascida na Áustria Hedy Lamarr.

Lamarr inventou, durante a Segunda Guerra Mundial, um sofisticado aparelho de interferência em rádio para despistar radares nazistas e o patenteou em 1940, usando o seu verdadeiro nome, Hedwig Eva Maria Kiesler.


Em uma época, conhecida como a era do conhecimento, onde os trabalhadores devem construir e reconstrruir seus conhecimentos ao longo da vida, onde a formação acadêmica e os treinamentos tem se mostrado insuficientes frente à realidade organizacional, há de se ressignificar as atividades de T&D (treinamento e desenvolvimento) de pessoas.

Em um tempo onde os conhecimentos tendem a apenas durar por um período que varia  aproximadamente entre 12 a 18 meses, uma boa opção para as empresas é a ideia das  Universidades Corporativas, o que nos tendem a nos direcionar para o que se conhece por Learning Organizations (organizações que aprendem).

A seguir temos um vídeo de Mário Persona contando a história dessa grande mulher:


 

Efeito Cauda Longa

Estudando o efeito "Cauda Longa" realizei uma síntese em forma de mapa mental de pontos trabalhados no livro de Chris Anderson. 

Contudo, vejo muitos pontos de sincronia e complementaridade com o livro de Lucia Santaella "Culturas e Artes do Pós-Humano: da Cultura das Mídias à Cibercultura".

Tais sincronias e complementaridade se baseiam, principalmente, na passagem da cultura de massas para a cultura das mídias o que fertilizou gradativamente o contexto sociocultural para o surgimento da cultura digital. 


A importância da linguagem compartilhada

Lendo o capítulo "Criação do Conhecimento Interorganizacional: Conhecimentos e Redes" do livro "Gestão do Conhecimento" de Takeuchi e Nonaka", mais especificamente o item que aborda a trama tecida por sobre o vale do silício, achei interessante destacar o papel que a linguagem compartilhada desempenha frente à aprendizagem interorganizações.

Se vê assim, um ambiente constituído por uma constante e autopoiética rede, que através, entre outras coisas, de uma linguagem compartilhada. linguagem essa que proporciona interações  por condições sistêmicas e auto-reguladoras. Pode-se assim entender ao se observar a colocação de um executivo citado por Nonaka e Takeuchi:
Existe uma atmosfera exclusiva aqui que se revitaliza, continuamente, graças ao fato de que o entendimento coletivo de hoje é informado pelas frustrações de ontem e modificações pelas recombinações de amanhã... O aprendizado ocorre através dessas recombinações. Nenhuma outra área geográfica cria a recombinação tão eficazmente com tão poucas pertubações, Todo o tecido industrial é fortalecido por esse processo.
 Dessa forma, podemos trazer da semiótica peirceana a imortância do interpretante imediato, ou seja, algo em que o signo está apto a produzir nas mentes interpretadoras em processos de interação (inter-ação) e cooperação  (co-operação) entre pessoas e organizações em redes.

Vejo que a Semiótica de Peirce combinada com as teorias cognitivas, como a dos sistemas dinâmicos, podem contribuir para que possamos nos direcionar a um visualizar de como tais redes se articulam, principalmente pela perspectiva descritiva, analítica e interpretativa das linguagens e suas conexões.

Assim, podemos entender que uma interessante forma de interpretação, orinda dos sistemas dinâmicos, é a que se refere pela tendência da clusterização em sociedade, (como mostrado na figura ao lado) como algo que se mostra natural ao ser humano. Algo que se desenvolveu ao longo da jornada evolutiva e que se manifesta no desejo de construir grupos ou círculos onde a familiaridade tende a proporcionar  dentre outras coisas a segurança, subsistência, criatividade, ou seja, a INOVAÇÃO.

Bom, vejo que esse assunto merece muitos outros posts e assim vou tentar fazer...

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