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Palestra Música e Tecnologia

No dia 9/11/2011 estive na Faculdade de São Lourenço - UNISEP, para realizar uma palestra na X CONISIS (Convenção do Curso de Sistemas de Informação), onde trabalharei o tema MÚSICA E TECNOLOGIA

O evento foi realizado entre os dias 7 e 11 de novembro de 2011, no auditório desta unidade onde o tema deste ano foi TECNOLOGIA E MERCADO DE TRABALHO.

O objetivo desse encontro foi difundir a tecnologia da informação no mercado de trabalho e abrir um espaço para discussão dessas novas tecnologias em São Lourenço e região. Um evento para todos aqueles que acreditam que tecnologia e inovação são componentes essenciais para alcançar o sucesso e a melhoria contínua no nosso setor.

Abaixo temos a apresentação que utilizarei nesta palestra:


Curiosidades e novidades sobre o novo curso de Música do Unis-MG


Esta é uma matéria com uma entrevista que dei para o portal do Centro Universitário do Sul de Minas:

Um fato inusitado irá invadir o sambódromo paulistano a partir do ano que vem. Dentre as diversas categorias que julgam o desempenho de uma escola de samba na avenida, um dos mais importantes e essenciais é a Bateria. E foi pensando nisso que a comissão organizadora dos desfiles em São Paulo decidiu inovar na escolha dos jurados deste quesito. Desde o início deste mês, deficientes visuais estão sendo treinados para avaliarem a performance do samba apresentado pelas Escolas de Samba da capital paulista. (Veja a matéria aqui).

Porém, você deve estar se perguntando, que ligação esta informação tem com o Grupo Unis e mais precisamente com o Centro Universitário do Sul de Minas, Unis-MG. A resposta é agradável a todos os apaixonados e interessados pela magia e mistérios da arte Musical. É que o Unis-MG iniciará em 2012 sua primeira turma para o curso de Licenciatura em Música com Habilitação em Educação Musical. Um curso na modalidade de Educação a Distância (EaD), com momentos presenciais, juntando assim o melhor do contato pessoal no ensino presencial com a flexibilidade, interação e inovações tecnológicas da EaD.

Frente a estas duas afirmativas, fizemos uma entrevista com o coordenador do novo curso, Prof. Celso Gomes, que nos cedeu uma entrevista explicando melhor como a música pode ser aproveitada por deficientes visuais, na questão de análise e julgamento de ritmos e melodia musical. Ele também descreveu como será o novo curso e como um aluno poderá usufruir as diversas áreas que a graduação propicia. Confira!
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Leia a entrevista no portal do Unis clicando aqui!

Ensinando instrumentos musicais musicalmente

Uma das propostas do Curso de Graduação em Música do Unis-MG (licenciatura) é o estudo e prática de metodologias inovadoras para o ensino de instrumentos musicais.

Uma interessante possibilidade que se disponibiliza aos alunos desse curso é a possibilidade de se inovar em aulas de instrumento, tal como entende a proposta da professora Cristina Tourinho. Essa grande educadora musical é uma das pesquisadoras que mais se dedica a praticar e estudar, no Brasil, as potencialidades do ensino coletivo de música. Uma possibilidade que tem mostrado vantagens como por exemplo:

  • o acesso de mais pessoas ao estudo da música;
  • possibilidades de aplicação em escolas de educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio)
  • o menor custo desse estudo (consequentemente pessoas que não estudariam podem adentrar no mundo da aprendizagem e performance musical);
  • maior possibilidade de interação social. 
Essa última vantagem, entretanto, se mostra uma das mais interessantes para o sucesso do processo de ensino e aprendizagem musical de instrumentos, pois tende a potencializar a aquisição de parâmetros musicais e técnicos. Uma proposta que se mostra consonante às mais avançadas pesquisas no campo músico-educacional. Pesquisas essas, em grande número baseadas no conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) (зона ближайшего развития) desenvolvido por Vygotsky (1994, 1993).

Assim, esse conceito define a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de um aprendente resolver um problema ou executar uma peça musical sem ajuda, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através de resolução de um problema ou execução musical tendo outro companheiro como referência. Quer dizer, é a série de conhecimentos que o aprendente tem a potencialidade de construir mas ainda não construiu. Conhecimentos que se mostram momentaneamente fora de seu alcance atual, mas potencialmente atingíveis, principalmente com a proximidade de outros aprendentes/ensinantes.

Nesse sentido Cristina Tourinho propõe algumas sugestões para aulas de instrumento que vão além do treinamento técnico e interpretativo. Uma proposta que visa o ensino e a aprendizagem de instrumento musical musicalmente.

Sua proposta para o ensino e aprendizagem de violão/guitarra em grupo se mostra excelente oportunidade para o trabalho de elementos musicais como o que Swanwick (2003) denomina pela sigla TECLA, onde cada item se refere a:

T – Técnica (manipulação de instrumentos, notação simbólica, audição).
E – Execução (cantar, tocar).
C – Composição (criação e improvisação).
L – Literatura (história da música).
A – Apreciação (reconhecimento de estilos / forma / tonalidade / graus).


Assim, para se trabalhar aulas com esses elementos Tourinho sugere dispor os aprendentes em cadeiras  dentro de um círculo, como ela mesmo descreve:
Boa parte das atividades pode ser feita com os estudantes sentados desta forma, na qual se inclui o professor. Esta disposição democrática, onde todos se colocam em posição igualitária, (...) e traz a vantagem de que cada estudante tem a sua frente o colega, um “espelho” do que está realizando, além de que é possível sempre um contato visual entre os membros do grupo. Em círculos podem ser realizadas, por exemplo, atividades orais (faladas e cantadas) e tocadas com e sem o instrumento. Sugere-se utilizar esta disposição para trabalhar sequências de nomes de notas, pulsação, acordes, escalas e arpejos. Em círculo, como existe o contato visual entre todos os estudantes, são favorecidas as atividades que precisam de regularidade de pulsação e que demandam um controle motor coletivo, um tocando depois do outro. (TOURINHO, 2008, p.1)
Vê-se que essa proposta se mostra muito além do simples juntar alunos, com seus instrumentos musicais, em uma adaptação das tradicionais aulas individuais de instrumento, onde o foco está no conhecimento do professor e suas orientações para os alunos.

Nesta proposta, a aprendizagem se dá através de atividades práticas, reflexão e interação entre os participantes da aula (alunos com alunos e alunos com professor), algo que certamente pode potencializar o ensino e aprendizagem de instrumentos musicais em vários aspectos, como destacamos no início desta postagem.

E para quem que saber mais sobre possibilidades de atividades para essa proposta, sugiro os livros “Oficina de Violão” (TOURINHO & BARRETO, 2003) e os “Jogos Pedagógicos para a Educação Musical” (GUIA & FRANÇA, 2005). Esses livros trazem atividades que podem ser adaptadas a qualquer instrumento.

Um vídeo interessante para motivar e mostrar as potencialidades dessa proposta em turmas avanaçadas para aulas coletivas de guitarra é o seguinte:




Referências

TOURINHO, Cristina. Ensino coletivo de violão: proposta para disposição física dos estudantes  em  classe  e  atividades  correlatas.  In    http://www.artenaescola.com.br/. Acesso em abril de 2008.

GUIA, Rosa Lúcia dos Mares & FRANÇA, Cecília Cavalieri. Jogos Pedagógicos para Educação Musical. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2005.

SWANWICK, Keith. Ensinando Música Musicalmente. Trad. Alda Oliveira e Cristina Tourinho. São Paulo, Moderna, 2003.

TOURINHO, Cristina & BARRETO, Robson. Oficina de Violão, v. 1. Salvador, Quarteto, 2003.

VYGOTSKY,  L.S.  .  A  Formação  social  da  mente.  São  Paulo:  Martins  Fontes. 1994.

____________. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

A área musical e o curso de graduação do Unis-MG

A realidade do profissional da música hoje

Hoje vivemos uma realidade em que a profissão de músico apresenta muita oportunidades profissionais. Já faz muito tempo que essa atividade traz várias opções de trabalho para quem está devidamente capacitado.
Além dos setores tradicionais, como orquestras, bandas, grupos de música popular e de jazz, corais, novos campos demandam cada vez mais por profissionais capacitados. Essas áreas são, dentre outras, as de propaganda, trilha sonora para cinema e teatro, multimídia, rádio, TV, internet, estúdios de gravação, e também a medicina, psicologia e assistência social.


Novas oportunidades para os profissionais da música

Mas uma área de atuação que tem mostrado uma grande procura de profissionais é sem dúvida a área da educação musical. Pois se vê, na atualidade, a tendência cada vez mais forte de as escolas e projetos sociais utilizarem a música como um elemento de altíssimo valor para a construção de cidadania e formação global dos sujeitos.

O curso de Música do Unis-MG 

Nesse sentido, o Unis-MG acaba de aprovar o seu curso de graduação em música. Um curso que oferece uma formação ampla, para todas essas possibilidades de atuação do músico, mas focando nessas novas perspectivas para o trabalho do professor de música.

Esse curso se mostra, contudo, estruturado para atender a grande demanda de professores ocasionada pela aprovação do projeto de lei que altera a Lei de Diretrizes Básicas da Educação e que inclui a música como conteúdo obrigatório do ensino das artes para a educação infantil e o ensino fundamental e médio. Um curso que capacita e proporciona a devida titulação do professor para atender a grande maioria de editais para o preenchimento de vagas de professores da rede pública e particular de escolas de nosso país. 

Um curso que converge qualidades

Um curso que acontecerá na modalidade de Educação a Distância (EaD) com momentos presenciais. Onde se tem o melhor do presencial, como o face a face entre professores e alunos, de forma integrada com o melhor da EaD, ou seja, com a flexibilidade de tempo, espaço e as novas tecnologias utilizadas por essa modalidade inovadora de educação.

Um curso no Melhor Centro Universitário de Minas

Assim, esse curso de  licenciatura em Música nasce no melhor centro universitário de MG – o Unis-MG – segundo a avaliação do Ministério da Educação (MEC). Uma instituição com tradição em desenvolver cursos com alta qualidade na modalidade de  EaD visto que seus cursos ficaram entre os melhores do Brasil quando avaliados no ENADE - MEC.

Curso de graduação em música no Unis-MG (EaD)

Temos uma grande notícia que acabou de sair e que gostaria de compartilhar aqui em primeira mão!

A novidade é que o Centro Universitário do Sul de Minas (Unis-MG) aprovou um de seus mais novos cursos de graduação: o Curso de Licenciatura em Música. 

Um curso na modalidade de EaD com momentos presenciais, pois se tem um mix do melhor do presencial e o face a face entre professores e alunos com a flexibilidade de tempo, espaço e as inovações tecnológicas da EaD. A licenciatura em Música do Unis nasce no melhor centro universitário de MG segundo a avaliação do Ministério da Educação. Isso sem falar que os cursos de EaD dessa instituição ficaram entre as melhores do Brasil quando avaliados no ENADE.

Tão logo serão divulgados maiores detalhes neste e em outros sites.

O Blues na Guitarra

Um e-book que escrevi quando dava aulas de guitarra no curso técnico de música do Conservatório Estadual de Música de Varginha - MG. Usava esse material como apoio para o estudo da forma e intenção desse estilo carregado de feeling e swing.

Para quem está aprendendo ou querendo praticar, abaixo estão os links para fazer download do livro e do CD que o acompanha:

É de arrepiar ! ! ! ! !

Para quem curte fotografia e música, essa apresentação é uma boa junção das duas expressões artísticas.

Vale muito a pena assistir!

Heitor Villa Lobos

No domingo passado tive o prazer de assistir na Rede Minas de televisão o programa Harmonia. Nesse programa o tema foi sobre o compositor brasileiro Villa Lobos. Um programa que mostrou, com depoimentos de renomados professores, músicos e historiadores de Belo Horizonte as várias faces profissionais desse grande brasileiro. Os lados: compositor, etnólogo, folclorista, educador e artista foram abordados de forma muito interessante, com imagens e trilha sonora muito bem colocadas.

A trajetória musical desde suas primeiras aulas de violoncelo, suas escapadas com os chorões do Rio de Janeiro no final do século XIX, o seu papel na história do violão ao lado de segóvia e suas viagens pelas entranhas do Brasil a procura da musicalidade folclórica brasileira, foram retratados. Mas sua influência de Stravinaky e sua multiplicidade instrumental, foram elementos destacados no programa.

Contudo, o que mais me chamou a atenção, foi o papel dentro da semana de 22 e a sua faceta como educador musical, onde durante o Estado Novo de Getúlio. Nesse governo, Villa Lobos implementou o canto orpheônico nas escolas brasileiras e asim se torna um grande personagem da época, dentro da educação musical. Muito incompreendido até os dias de hoje, diga-se de passagem.

No final uma apresentação da obra O Guarani com a Orquestra de Minas e o grupo Uakti foi interessante, mas a meu ver deixou um pouco a desejar. Entretanto, vale a pena pesquisar mais sobre a obra e vida, desse que é considerado como o maior compositor brasileiro e um dos grandes da primeira metade do século XX.

Um ponto de partida para conhecer mais Villa Lobos é o site: http://www.museuvillalobos.org.br/

Música Brasileira - Brazilian jazz

Essa é uma música minha que estou lapdando para gravar em meu trabalho como músico e compositor. Chama-se Salsambando, pois tentei misturar o samba com a caliencia latina!

Para ouvir basta entrar no endereço: http://www.myspace.com/celsogomes

Mike Stern Live


Nesse natal ganhei um gande presente de meu irmão Lú. Um DVD gravado em Paris, em 2004, de Jazz/Fusion. É o Mike Stern Live com Richard Bona (baixo), Dennis Chambers (bateria) e Bob Franceschini.

Aqui Stern mostra que sua evolução como músico e como instrumentista, pois é, a meu ver o instrumentista é o lado virtuose performático e de improvisação. Já o lado músico, é o lado compositor e que compete também o feeling. Esses dois lados são difíceis de ser separados e existe uma interação entre eles. Pensei em destacar um dos músicos mas não consegui separar um que se destacou, pois todos são grandes músicos. Então, chega de tentar transcrever o que não pode ser descrito - a música!

Vale a pena!

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